domingo, 6 de julho de 2014

Creepypasta: Me desculpe, papai.

Yoo povão, aqui é a Mizuki desu! o/
Demorei, demorei, mas já que tinha prometido, eu tinha de trazer uma Creepypasta pra vocês :B Qualquer dia eu trago pra vocês uma VERDADEIRA Creepypasta, tipo Go To Sleep: Jeff The Killer vs Jane The Killer, mas até eu arranjar paciência pra traduzir tudo aquilo...
Quem quiser uma trilha sonora: aqui, aqui ou aqui
Vamos ao que interessa :3



Me desculpe, papai

Eu era um pai solteiro na época. Minha mulher era uma narcisista maluca e incapaz de se cuidar, então o nosso divórcio foi mais ou menos uma benção para mim.
Quando tínhamos nos separado, me foi dada a guarda de nosso filho pequeno, que era a minha vida inteira. Durante nosso casamento, minha mulher reclamava que eu passava muito mais tempo com ele do que com ela, que aparentemente acreditava que merecia alguma atenção.
Ter aquela bruxa fora de casa e longe do meu garoto teve muitas vantagens, mas também trouxe alguns problemas.


Eu trabalhava o tempo todo, então muitas vezes eu contratava uma babá ou ligava para os meus pais e via se eles podiam cuidar do meu filho. Eu geralmente tentava pedir ajuda aos meus pais, mas vez ou outra eu tinha de me contentar com Marcy, a única babá que estava disponível sem precisar de aviso prévio.
Eu particularmente nunca gostei de Marcy, já que ela era sempre um pouco irresponsável.
Marcy passava mais tempo de seu trabalho falando no celular do que prestando atenção ao meu filho, e todas as vezes que via meu carro entrar na garagem ela juntava suas coisas e saía pela porta de trás… Ela era um saco. Mas era tudo que estava disponível.
Uma noite, eu entrei em minha casa e chamei seu nome, mas não houve resposta. Entendi que ela tinha saído pela porta de trás outra vez, então eu não prestei atenção para a falta de resposta. Entrei na sala de estar e vi que no topo das escadas estava meu filho, ainda de pijama.
_E aí, colega! - eu o chamei, antes de perceber sua expressão. - Algo errado, filho?
_Eu tive um pesadelo, papai. - ele me contou, antes de correr escada a baixo para me abraçar. - Foi tão assustador…
_E como foi? - eu perguntei. Ele me abraçou com mais força.
_Eu estava descendo as escadas até o hall quando ouvi a Marcy cantando baixinho no andar de baixo. Eu me escondi no escuro do topo das escadas para que ela não me visse, e espiei ela fazendo seu para casa na cozinha. Depois de alguns minutos, a porta da dispensa atrás dela abriu sem fazer barulho. Ela estava com aquela coisinha de música dela no ouvido, então ela não percebeu. Saindo da dispensa, tinha tipo um homem monstro com olhinhos pretos e pequenininhos… - ele tremeu.
_Continue, filho - eu encorajei.
_Bem, aí o homem monstro ficou olhando ela por um tempão, e aí ele acenou a mão para o armário da sala de estar. Ele abriu, e outro homem monstro saiu daquela porta. Ela estava concentrada no para casa dela e na música dela e estava escuro, então ela não viu ele também.
"Os dois homens monstros olharam ela por tempo, aí o segundo homem monstro acenou a mão para a janela. A cortina foi empurrada, e lá estava outro homem monstro atrás dela. A Marcy não viu ele também… aí, o segundo e o terceiro homens monstros acenaram para a porta do porão, e outros dois monstros homens saíram de lá. Eu estava tão assustado, papai… mas eu tentei ficar quieto e nenhum deles me viu.
"Eles todos assistiram a Marcy por alguns minutos antes do que estava bem atrás dela começar a grunhir. Ela não ouviu. Ele grunhiu mais alto ainda. Ela fez uma careta e piscou. Eu rezei pra ela não virar, papai. Mas ela virou. Ela gritou e gritou e chorou e gritou, e todos os monstros homens pelados correram atrás dela e começaram a atacá-la.
"Eles a partiram em vários pedacinhos e comeram eles todos… e quando eles acabaram eles lamberam todo o sangue no chão. Aí eles todos assentiram uns pros outros, e todos voltaram para os lugares onde estavam antes… na dispensa, no armário, atrás da cortina, no porão… e eu só fiquei lá, sentado no topo das escadas, eu estava tão assustado, papai…"
Eu trouxe o garoto para mais perto quando ele começou a chorar levemente. Eu lhe dei um beijo na bochecha e fiz o que pude para confortá-lo.
_E o que aconteceu depois, filho?
_… E… Eu fui tentar sair e pedir ajuda aos vizinhos. Eu pensei que se eu corresse rápido o suficiente para a porta, eles não me pegariam. Eu corri o mais rápido que eu pude… mas eles todos pularam para me pegar, papai. Eles eram tão assustadores. Eles me agarraram e estavam prestes a me comer, quando eu… eu…
_O que aconteceu, filho?
Ele gaguejou enquanto tentava choramingar o resto do conto.
_Você pode me contar qualquer coisa, filho… o que aconteceu? - eu acariciei seu cabelo quando ele começou a se recompor.
_Eu… eu… eu disse a elles que se eles me deixassem ir… eu pararia você quando você chegasse em casa, para que eles pegassem você também, papai… e me soltassem.
O silêncio reinou por um momento. E naquele momento, eu pude ouvir uma série de portas se abrindo pela casa. Meu filho enterrou seu rosto no meu peito.
_Me desculpe, papai.

6 comentários:

  1. Mucho loka a creepy da Mizuki! ~Luna

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  2. kimachi: voces parem de me assustar com essas porcarias ou vi mandar todos para o tartaro

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  3. Ain, se não sabe brincar sai do play, mona... ~Luna

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  4. kimachi: quando voce acordar amanha, ja vai estar no tártaro

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  5. Kimachi não sabe brinca-ar, Kimachi não sabe brinca-ar...

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  6. Ç.Ç me manda pro tártaro também eu quero ir para la o lugar mais obscuro do submundo

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