sábado, 9 de agosto de 2014

Mais famoso que Felipe Neto, viadagi na escola e beijo gay nessapoha!

Oioi, gente! Luna-chan-a-unica-pessoa-que-posta-nessa-bagaça aqui pra vocês!



Primeiro queria agradecer pelas 2000 visualizações ~aplausos, fiu-fius e gente se jogando na direção da minha linda pessoa~!
Segundamente é que eu e a Mimi-chan tamos escrevendo um yaoi cheeeeio de putarias inspirado nuns guris da nossa escola e que, se eles não processarem a gente, é provavel que seja postado aqui...
E terceiramente é que eu vou postar mais um capítulo da minha fic linda, marota, saudável e suuuuuuper indicada pra familia brasileira!
Espero que curtam :3
Capítulo 5
 16 de outubro de 2014
POV Oliver
Já fazia um tempo que eu havia voltado a conversar com o Nate, e confesso que me sentia o cara mais feliz por isso. Parece besteira mas, depois de três anos pensando essas coisas a respeito do loirinho, eu já estava me acostumando.
Enfim, depois do dia em que eu e o loirinho tínhamos nos “conhecido de novo”, a gente passou a conversar todas as noites depois das aulas (e depois do estudo, já que não ia atrapalhar ele a fazer esses tipos de coisa). Ele me contou umas coisas muito interessantes que eu não sabia, e acabei compartilhando coisas com ele também. Posso dizer que minha relação com o Nate está incomparavelmente melhor do que quando eu era obrigado a fazer aquelas merdas com ele pra “provar que não era viado” (bando de babaca).
Hoje, logo depois daquela coisa extremamente tediosa que chamam de aula e depois de dar uma volta com aquelas coisas extremamente idiotas que chamo de amigos, eu voltei pro apartamento e fiquei vendo qualquer coisa na televisão enquanto esperava o baixinho “brotar” de onde quer que fosse. Depois de um tempo, ele acabou saindo do banheiro vestido, mas com os cabelos ainda molhados cobrindo um pouco do rosto.
- Hei, Oliver! – O loirinho atravessou a sala e pegou um pedaço de papel que estava sobre a mesa – Eu vou passar na biblioteca agora, que ir comigo?
- De boa, tou sem nada pra fazer mesmo... – Levantei do sofá e peguei o papel em suas mãos, com curiosidade. Era uma lista bem grande. – Caramba, baixinho, vai ler tudo isso? – Ele corou e olhou para os lados, mas pude perceber o brilho em seus olhos por estar sendo “elogiado”. – Bem, é meu aniversário, então achei que merecia uns presentes... – É mesmo, Nate fazia aniversário em outubro, como não tinha me lembrado disso?
- Meu deus, baixinho, então é óbvio que eu vou contigo! Vai que te dou um presente depois... – Ele sorriu e acabou não percebendo meu tom de segundas intenções, então não forcei a piada (meu deus, produção, de onde saiu tanta inocência?).
Nate pegou uma sacola de couro para colocar os livros e fomos a biblioteca. Ele não conversou comigo durante o caminho, que não era tão demorado, e acabei ficando um pouco mais pra trás, lembrando um pouco da infância com o baixinho, antes dessa coisa toda de bulling.
Quando percebi já tínhamos chegado, e o Nate estava parado na frente da porta da biblioteca. Caminhei um pouco mais pra ver o que tinha acontecido e vi o baixinho com os olhos arregalados e a boca aberta, tipo criança em loja de doce (quem aguenta, produção?).
- Baixinho? Pera, tu nunca veio aqui? – Ele olhou pra mim e ficou um pouco envergonhado com o que havia acabado de fazer, então disse:
- Não, eu... eu já vim sim... Mas é que essa biblioteca parece meio sonho, sabe, o teto alto e esse tanto de livros...
- Entendi! Então vamos lá! – Aproveitei isso para passar os braços pela cintura do garoto e abrir a porta, e acho que Nate não se importou.
O resto da nossa visita á biblioteca foi bem normal,e as vezes eu me aproveitava um pouco da lentidão do Nate em olhar os livros com calma pra “enlaçar” ele de novo. O baixinho pegou os livros, falou com a velha da biblioteca e voltamos pra casa. O loirinho deixou os livros na mesa e me fez essa pergunta:
- Oliver... Quando você falou que ia me dar um presente, você tava falando sério?
Meu coração tava batendo muito forte. Era óbvio que ele não tinha percebido meu tom de segundas intenções quando eu disse isso. E acabei tendo uma ideia louca.
- Claro que sim! Pera aí, baixinho, que eu já volto. – Fiz que ia sair da sala – E fecha os olhos! – Ele fechou. Desviei do caminho até o quarto e cheguei perto dele o mais silenciosamente possível. Então, segurei o queixo do pequeno e o beijei.
POV Nate
Ele... Me beijou.
Ele me beijou!
O que... o que eu faço?
Fiquei estático onde eu estava, enquanto Oliver tentava entrar na minha boca com a língua. Maldito! Eu tinha dito para ele que nunca tiha beijado ninguém assim! Mas não conseguia impedir. Quer dizer, era bom. Tipo, não sei se já tinha pensado em fazer isso com um cara, ainda mais Oliver, mas era bom. Estava sendo bom. Ele se afastou de mim devagar, me olhou e sorriu. Eu ainda estava meio incrédulo, e com certeza vermelho.
-Você me beijou!
- Feliz aniversário, baixinho! Então... – Ele perguntou. Coloquei o polegar nos meus lábios, meio para “recapturar” o que havia acabado de acontecer.
- Eu... Eu gostei!  - ele sorriu ainda mais, e percebi que estávamos nos aproximando. – Mas isso não significa que você pode fazer de novo! – Oliver me abraçou e apoiou o queixo na minha cabeça. Ficamos assim por uns segundos. Ele era quentinho, eu gostava disso.
- Não posso mesmo? – Ele quebrou o silencio. Não deu muito tempo para processar o que tinha dito, pois já estava sendo beijado de novo. Era mais intenso dessa vez, e estávamos muito próximos. Foi melhor dessa vez, e durou um bom tempo. Depois Oliver me abraçou de novo e voltou a ficar com o queixo no topo da minha cabeça.
- Gosto muito de você, loirinho. E fiquei com medo de você ficar mais que muito puto comigo por isso.
- Eu não estou bravo com você.
- Eu sei. – Parou um pouco antes de continuar. – Porque? – Enterrei a cabeça no peito dele enquanto pensava em uma resposta. Não sabia se o que eu sentia por ele era gostar. Se fosse, já faziam 3 anos que eu sentia isso, e teria que repensar todo meu passado baseado no que eu sentia por ele. – Não sei. – Disse, por fim.
- Ok, então. – Continuamos abraçados por um tempo. Acabei ficando mais calmo, E percebi que estava com sono. Me soltei dos braços de Oliver e lhe dei um selinho antes de me dirigir á porta do nosso quarto.

- Hm... Oliver... – Ele acenou com a cabeça para mostrar que estava ouvindo. – Obrigado... pelo presente.

então é isso, seus lindo, boa noite, e Chocolat Kissus da Luna porque eu tenho que fazer o pc de biologia ;3 
P.S.: Shippem PaDeca loooooucamente :P

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