Bem, voltando á postagem, aqui quem fala é a Luna-chan! E sabe o que eu vou fazer tomorrrow? Sabem? Hân? Hãn?
NÃO! Vocês não sabem! Eu vou fazer uma coisa muito legal e divosa e sensacional que pode mudar o fluxo do destino da vida e do universo e tudo mais!
Eu vou filmar com o K! ~Aplausos~
É essa a noticia! Vocês vão ver a minha cara linda e sensacional e, de brinde, vão ver a carinha esquilesca e estupravel do K! A gente vai jogar the sims 3 e ele vai me ensinar a jogar alguma coisa (tomara que não seja de atirar, odeio joguinho de atirar) também!
Então essa é a noticia espetacular, e vou aproveitar pra postar o 4° capitulo da minha linda fanfic pra vocês, espero que curtam!
Já era outono, e fazia quase
um mês que eu havia entrado na escola, e já estava me acostumando com quase
tudo. As aulas eram meio esquisitas, todos os alunos da escola eram separados
apenas em ensino médio e 7º a 9º ano, e os respectivos “grupos” iam cada um
para uma sala enorme com três professores de cada matéria que não ensinavam
nada, você que devia se virar com roteiros que eles davam para você completar
no seu próprio tempo. Apesar de eu não estar acostumado, era até mais gostoso
de estudar assim. Era permitido sair das salas no meio da aula, o que eu fazia
quase de uma em uma hora, para me acalmar um pouco, mas a maioria dos alunos
usava isso para não fazer absolutamente nada.
Comecei a conversar mais com
outras pessoas do grupo que conheci no primeiro dia no internato. Matthew me
contou tudo sobre lendas urbanas e hábitos da escola, como os professores mais
bravos, lugares para mini festa, trepadas e que o Patrick, que eu só havia
visto umas três vezes no apartamento, era uma espécie de aluno fantasma, e que
era comum existir gente assim no internato. Matthew e Richard eram um casal, o
que eu já desconfiava, e acabei descobrindo que Marylin e Nathan também, apesar
de não demonstrarem muito isso.
Eva me mostrou alguns poemas
em português que acabou traduzindo para mim, me mostrou uma banda chamada
Imagine Dragons e passou uma quantidade absurda de musicas para mim. Ela achou
Pink Floyd assustador demais para colocar em seu Ipod, mas fez questão de
baixar Sweet Child O’mine do Guns, o que me fez ficar feliz de estar
partilhando algo com ela. Ela me mostrou umas coisas que tinha feito no braço,
e disse que desde que havia ganhado o caderno tinha parado de fazer isso e que
eu tinha sorte de nunca precisar fazer. Estávamos em uma fase triste e nos
ajudávamos com pequenos conselhos e desenhos. Eu me sentia um pouco melhor, mas
ainda achava que ela dava valor demais ás merdas que haviam acontecido.
Porém, meu tratamento para
com Oliver havia passado de “demonstrar raiva iminente” para “evitar o máximo
possível e mais um pouco”. Ele já tinha me pedido desculpas um monte de vezes,
mas eu me recusava a desistir tão fácil assim, afinal a culpa da minha tristeza
também era dele. Eu sei que ele havia mudado e tudo, mas eu sentia que estaria
sendo extremamente fracos se fizesse isso.
1 de outubro de 2014
Cheguei cansado em meu “apartamento”,
já que havia acabado de apostar corrida com Matthew (ele ganhou, óbvio). Não
sei porque tinha topado, já que sou péssimo nessas coisas e tive que dar minha
sobremesa para ele, mas me sentia bem correndo. Não parecia que Matthew corria,
mas que flutuava a centímetros do chão, e eu devia ter sido o único a perceber
isso já que ninguém comentou isso.
Entrei em meu quarto e
Oliver estava lá, deitado na cama de Patrick lendo um livro não muito grosso.
Como sempre, desviei o olhar e procurei alguma coisa para justificar minha
saída do quarto. Peguei um livro qualquer na estante e saí antes dele chamar
minha atenção. Merda! Matemática, sério isso? Se bem que eu podia voltar lá e
pegar outra coisa, ou pegar meus materiais e começar a estudar, mas será que
não ficaria muito com cara de “com licença, eu vou pegar outra coisa pra fingir
que estou evitando você e já v...
- Vai continuar me evitando
até quando, baixinho?
Que susto! Acho que acabei
soltando um gritinho. Olhei para trás e vi Oliver com os cotovelos apoiados no
sofá olhando diretamente pra mim com aquele rosto de deboche.
- Eu... eu não sou
baixinho... – eu disse (mentira! 1,63).
- Não muda de assunto! Eu te
fiz uma pergunta. Vai continuar me evitando até quando? – Agora parecia que ele
me olhava com certa curiosidade. Acabei me lembrando de algumas coisas que ele
já havia feito comigo. Ok! Estava tudo no passado, mas ainda doía um bocado. –
Ei, cara, desculpa mesmo por ter feito tudo aquilo, eu era meio idiota... A
gente pode se conhecer de novo, se você quiser! – Ele disse enquanto pulava o
sofá para se sentar do meu lado. Fez um biquinho, inflou o peito e começou a
falar de um jeito engraçado:
- Boa tarde, senhor... Nate?
Como vai? – eu sufoquei um risinho e respondi com minha voz normal – Vou bem,
senhor Oliver, e você?
- Como uma pessoa de tão
baixa estatura poderia saber meu nome? – Decidi brincar também – Eu tenho
poderes psíquicos, lembra?
- Ah, é mesmo! Me desculpe,
senhor Nate, eu não sou tão inteligente...
- Percebe-se...
Hey! – Ele deixou a imitação
ridícula de lado e começamos a rir. Segundos depois ele continuou, agora sem
imitações:
- Então, baixinho, qual tua
comida favorita?
- Hmmm... Sushi! E você?
- Acho que é aquele
hambúrguer enorme de picanha do Burguer King!
- Você aguenta comer aquilo
tudo?
- Não me subestime com fome,
baixinho, eu sou capaz de devorar você!
- Não fala assim... – Fiquei
meio envergonhado. Aquilo tinha sido meio... Sugestivo?
- Ok, desculpa! Aqui, acho
que eu vou dar uma saída! Até mais, cara, foi legal te conhecer! – pegou uma
jaqueta de couro que eu não tinha percebido que estava em cima da mesa e foi
embora. Espero que esse “recomeço” me abra para coisas novas!
Então é isso, galera, esperam que tenham gostado, se divirtam nesse fim de semana, vão pro clube (tipo eu), visitem seus boy-magias (tipo eu), façam seus respectivos pcs de geografia (tipo eu) e se divirtam no ctrl+shift+n também (tipo e... não, pera...)
Beijinhos de uma Luna-chan com muuuuito bom humor u3u
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