Tou escrevendo uma nova historia!
A história dessa história (buguei .-. ) é que, a princípio, ela seria uma tirinha que seria publicada em ingles (eu curto escrever em ingles, okay?), mas como eu sou péssima tanto em ingles quanto em fazer tirinha e essa ideia já tá na minha cabeça a muuuuuito tempo (ela foi inspirada em mim e no Incrivel-Garoto-Pato quando a gente ainda nem se pegava, só procês terem uma ideia...), hoje eu tive uma Brain Storm e escrevi um pouquinho! Bem, espero que curtam, porque taí o "episódio piloto" da historia de Sunshine e Moonlight (nome mais hippie :P )!!!
Era quarta, e a manhã exalava um cheiro especial de
tranquilidade. Uma garotinha, de aparentemente 5 anos, caminhava pelo vale que
conhecia tão bem, mas ainda pensava como algo mágico. Sua pequena cabeça
infantil transformava as arvores sempre férteis em moradias de fadas e duendes,
e a pequena trilha coberta por folhas que estalavam abaixo de seus pés como
ponto de encontro de faunos e elementais da terra. Não nego que fosse.
As feições redondas e
rosadas da garotinha contrastavam com seu vestido feito de uma blusa de adulto
e a grande cesta de frutas silvestres que carregava com pouca dificuldade. “Acho
que vou parar por aqui”, pensou, lembrando que passaria pela pedra no meio do
caminho que conhecia de cor. Saltitou um pouco mais rápido, fazendo algumas
frutinhas tombarem, e parou bruscamente quando reparou que havia alguma coisa
errada. A “alguma coisa errada”, ao perceber que era observada, olhou fundo
naqueles olhinhos de gato da menina parada á sua frente, com um misto de susto
e tristeza.
- Olá! Eu sou a Sunshine! Quem é você? – A garota
disse, estendendo a mão para o garoto sentado aos pés da grande pedra. Ele
devia ser um pouco mais velho que a menina, era magro, um pouco maior que ela e
tinha grandes olheiras abaixo dos olhos azuis que eram escondidos pelos cabelos
negros que a menina não sabia saber se eram lisos ou anelados. O menino usou a
mão de Sunshine para se levantar, fazendo a pequena se curvar um pouco para
baixo, derrubando mais frutinhas. A diferença de tamanho entre as duas crianças
era visível.
- Os meus... As pessoas que moravam comigo me chamavam de
Richard... – Disse, por fim, um pouco melancólico.
- Os seus pais? O que aconteceu, você se perdeu? – Sunshine disse,
segurando a cesta co mas duas mãos e olhando para cima para encarar seu novo
amigo.
- Não são meus pais... Eles mentiram pra mim! – O maior
quase lutava com as lágrimas. Segundos depois, continuou, um pouco mais frio:
- Daí eu fugi.- A pequena arregalou os olhos, e por pouco
não botava as mãos na frente da boca e fazia sua cesta cair.
- Você não devia fazer isso! Eles devem estar te procurando!
Eu vou te levar pra casa CO-MI-GO, e daí a mamãe te ajuda! – Disse, tentando
puxar a mão do garoto.
- Não quero! - Voltou
a se sentar no mesmo lugar de antes, abraçando os joelhos. Sunshine se sentou
ao seu lado, deixando a cesta de lado, e o encarou Richard enquanto ele afundava
a cabeça no espaço entre os joelhos. Após um tempo, ela lhe dá um abraço.
- Minha mãe faz isso quando eu tou triste. – Ela diz,
ouvindo os soluços do outro abafados pelos joelhos.
- Eu quero uma mãe... – Sunshine leva um tempo para
processar essa informação.
- Você pode ir lá pra casa, então! Daí a gente divide a
mamãe! – Isso não ajuda muito, então ela completa:
- Ou a gente pode procurar a sua mãe! – Richard tira o rosto
do pequeno espaço entre as pernas, encarando os olhos verdes da garota. Seus
olhos agora estavam vermelhos com seu nariz, e mechas de seu cabelo grudavam em
sua testa devido ás lagrimas.
- T-tá bom...
Os dois se levantam, e Richard se oferece para carregar a
cesta da nova amiga até sua casa. Ela o guia pela floresta, explicando o
caminho e falando sobre ninfas do mar e cachorros acrobatas, quando ele para e
olha pra ela.
- Ahn, Sunshine...
- Que foi? – Ela pergunta, olhando para trás.
- Meu... As pessoas que moravam comigo... Elas disseram que
meu nome é Moonlight. – Ela dá um risinho. – Parece com o meu!- Exclama – A gente
devia virar super herói! – abre os braços e corre, fingindo voar. O maior
percebe que está sendo quase deixado para trás e corre, seguindo o farfalhar
das folhas secas e risinhos estridentes provocados pela amiga.
- Vamos salvar o dia, Super-Moony!
- Espera aí!
Bem, é isso, galera. Tá meio bosta, eu sei, mas esse é só o comecinho da historia, ainda vou escrever mais e vocês vão saber o porque dos nomes hippies e da tristeza e aura depressiva do Moony (Garoto Pato era assim mesmo, gente, liga naum, kkkk)
Espero que tenham gostado, boa notie e Kissus da Luna-chaaaaaaaan!
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